sábado, 29 de agosto de 2015

por Kleber Cortez, 16.08.2015
A MANEIRA COMO PERCEBEMOS O MUNDO, DEFINE COMO REAGIMOS A ELE


Podemos dizer que o nosso processo de aprendizagem se inicia pela percepção, desde muito pequenos e em qualquer cultura e região! Afirmo isto pelo simples fato da linguagem ser um desafio de interpretação e dependemos do conhecimento do idioma, cultura e demais fatores deste contexto, mas a capacidade de percepção pode gerar respostas bem diferenciadas.


Neste sentido, reagimos ou modificamos nosso comportamento pela maneira como percebemos o mundo, influenciando inclusive os pólos principais da relação humana, o poder e o afeto, nas fases do desenvolvimento grupal (Fela Moscovici, 2004). Com isto, lembrando que todas as empresas são formadas por pessoas, observo que o desenvolvimento empresarial tem esta influência direta e a inteligência emocional das organizações reflete sua cultura, crenças e percepções.


Na busca do desenvolvimento empresarial, confirma-se a importância das habilidades de IE (autoconhecimento, autocontrole, motivação, empatia e sensibilidade social), segundo Daniel Goleman, e reforço que o equilíbrio das relações humanas deve ser buscado para promovermos o sucesso organizacional (lucratividade e rentabilidade).

Entretanto, defendo que precisamos de um norteador forte e autêntico para orientar este processo, na qual a percepção adequada dos princípios e valores fundamentam e influenciam o desenvolvimento empresarial, onde naturalmente a inclusão, controle e afeição dos membros da organização serão desenvolvidos pela maneira como percebem a empresa, reagindo imediatamente aos seus propósitos.


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